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Xingu na Variety

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O site da revista Variety publicou uma crítica do filme Xingu, que teve sua estréia no Festival de Berlim no dia 15 de fevereiro.

 

Confira abaixo o texto completo, em inglês,

 

Handsome, fact-based historical drama "Xingu" from helmer Cao Hamburger ("The Year My Parents Went on Vacation") is a stirring, broad-strokes account of the founding of Brazil's Xingu National Park, a milestone in the recognition of rights for indigenous people, and of the legendary Villas-Boas brothers who made the creation of the park their mission. Boasting breathtaking cinematography, remote, rarely seen locations and charismatic thesping, this high-minded epic will roll out on home turf in April. Further fest play is assured, with niche arthouse sales likely in most territories.


With action spanning nearly three decades, the pic opens as the adventure-seeking Villas-Boas brothers, Orlando (Felipe Camarago), Claudio (Joao Miguel, particularly good as the film's increasingly tortured conscience) and Leonardo (Caio Blat), join the 1943 Roncador-Xingu expedition to build airstrips and roads in the forests of Central Brazil. However, as Claudio's voiceover narration points out, what the government calls unoccupied lands are actually inhabited by numerous Indian tribes, many of which have never encountered a white man.

During their first tense contact with the natives, the brothers quickly make friends, taking the time to learn some of their language and coming to appreciate the indigenous culture. Nevertheless, they employ the Indians to help in what is essentially the government's bid to colonize and usurp their land, something that will forever change their way of life.

The brothers acknowledge this paradox and display a paternalistic concern for the indigenous population. When the expedition accidentally causes a flu epidemic that nearly wipes out an Indian village, they bring in doctors and nurses to carry out a vaccination program. "We are the poison and the antidote," Claudio muses.

Before long, the brothers decide that the best remedy would be a closed reservation, a safe haven where the Indians' traditional way of life would be preserved so that they could integrate into Brazilian society at their own speed. But in the long years before the government approves this idealistic plan -- which was finally legislated in 1961 -- we witness the toxic side of what politicians and the military view as progress, as well as the entrenched prejudice and discrimination with which they regard indigenous peoples.

Moving from the intimate scale of his prize-winning "Parents" to this sweeping epic with ease, Hamburger proves that he has the chops to helm big-budget material with a large cast, and keep it hitting an emotional target. The product of in-depth research and cooperation with Indian tribes, the film incorporates archival footage and photos, and draws from diaries and publications by the brothers.

Impeccable period styling and bushy facial hair make Miguel and Blat appear dead ringers for the visionary Claudio and callow Leonardo. Camarago may not physically resemble Orlando, but he nails the warmth and charm that the eldest Villas-Boas was known for, as well as his ability to negotiate with power brokers on all sides. Meanwhile, the naturalistic work from the extensive non-pro native cast, repping multiple tribes, impresses.

Leading the prestige craft package, Adriano Goldman's thrilling camerawork makes the mystery and menace of the Brazilian interior palpable, Cassio Amarante's production design incorporates awe-inspiring native architecture and ceremonies, and Beto Villares' pleasing, ethnic flavored score underlines key moments.

CRÍTICAS DE XINGU

Confira abaixo as críticas do filme "Xingu", de Cao Hamburger, nos jornais Estadão e Folha de São Paulo, em 16 de fevereiro de 2012.

 

ESTADÃO > CADERNO 2


criticaxingu estadao 160212

 

 

FOLHA DE SÃO PAULO > ILUSTRADA



'XINGU' DIVIDE PÚBLICO E CRÍTICA EM BERLIM

Filme de Cao Hamburger, exibido na seção Panorama, aborda de forma épica a criação do Parque Nacional do Xingu


Produção cria drama na relação entre os irmãos Villas-Bôas, que passaram mais de 40 anos naquela região

 

FABIO CYPRIANO
ENVIADO ESPECIAL A BERLIM

 

Com uma acolhida gélida na sessão para imprensa, em uma sala de 500 lugares com lotação de menos de 10% de sua capacidade, "Xingu" teve, ontem, sua segunda exibição no 62º Festival de Berlim, a Berlinale.

 

Entretanto, na primeira sessão para o público, no último sábado, a situação foi bem distinta, com sala lotada e aplausos no final.

 

A nova produção de Cao Hamburger, que deve estrear no Brasil em abril, conta a saga dos irmãos Villas-Bôas, responsáveis pela criação do Parque Nacional do Xingu, em 1961, uma área de mais de 27 mil quilômetros quadrados, que se equipara à de um paí­s como a Bélgica.

 

"Essa não é uma história muito conhecida e, através de gerações, ela vem sendo esquecida. Por isso quisemos resgatá-la", disse Hamburger, em Berlim, cidade de origem de seu pai.

 

Em 2007, o diretor concorreu ao Urso de Ouro com "O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias".

 

"Além disso, ela é muito atual, já que os problemas continuam até hoje."

 

"Xingu" é exibido na seção Panorama, a segunda mais importante do festival.

 

O filme não só relata de forma épica a criação do parque, como apresenta de forma dramática a relação dos irmãos.

 

Eles eram três, apesar de dois deles, Orlando (1914-2002) e Cláudio (1916-1998), terem ficado mais conhecidos, por se dedicarem o tempo todo à causa.

 

Leonardo (1918-1961), que teria sido o primeiro a ir para a região, a abandona e morre cedo do coração.

 

A EXPERIÊNCIA

 

Os atores João Miguel (que interpreta Cláudio) e Caio Blat (Leonardo) também estão em Berlim.

 

"Posso dizer que sou outra pessoa depois deste filme, porque passei a ter um entendimento do Brasil que só essa experiência proporciona. Os í­ndios incorporam rito e mito, e isso está além de qualquer treinamento teatral", afirmou João Miguel.

 

"Xingu", contudo, não é um documentário ilustrativo sobre a criação do parque. "Para fazer o filme, ouvimos muita gente, não nos baseamos apenas nos livros dos Villas-Bôas, mas em pessoas que os conheceram. Ouvimos muitas versões. O filme é a minha", definiu Hamburger.


O CONVITE

 

Segundo o diretor, a ideia do filme partiu da própria família dos indianistas: "A viúva de Orlando e seu filho nos procuraram e aceitei com a condição de ter total liberdade para fazer o longa".

 

Nesse sentido, por exemplo, o filme aposta que assim como Leonardo teria saído da região após ter se relacionado com uma í­ndia, Cláudio também teria.

 

"Eles passaram 40 anos na região. Seria difí­cil que nada tivesse acontecido", disse Andrea Barata Ribeiro, uma das produtoras de "Xingu".

 

O contato com os índios parece ter sido tão forte que Hamburger pretende continuar com o assunto em suas próximas produções.

 

"Quero abordar a Amazônia profunda. Eu ouvi falar de í­ndios que fogem da civilização branca. É esse universo que quero investigar a partir de agora."

 

O jornalista FABIO CYPRIANO se hospeda a convite do Festival de Berlim.

FERNANDO MEIRELLES NO CARNAVAL DE SÃO PAULO 2012

Confira matéria publicada no site G1, do portal Globo.com, em 01 de fevereiro de 2012, sobre a participação de Fernando Meirelles no desfile da escola de samba Águia de Ouro.

 

Fernando Meirelles desfilará sobre grua em escola de samba de SP

Águia de Ouro irá falar sobre a Tropicália no Sambódromo do Anhembi.
'Vida é muito curta', diz cineasta sobre o que o levou a aceitar convite.

 

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O cineasta Fernando Meirelles irá estrear no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo, no desfile da escola de samba Águia de Ouro. Ele decidiu aceitar o convite para ser uma das estrelas da agremiação, que desfilará no sábado (18), segundo dia do carnaval paulistano, e terá como enredo "Tropicália da paz e do amor! O movimento que não acabou".

 

"A vida é muito curta. O tema da escola é Tropicália, assunto que me interessa e sobre o qual coproduzi um longa no ano passado. Será a minha estreia [no Sambódromo] e despedida ao mesmo tempo, a menos que goste tanto e decida me candidatar a carnavalesco nos próximos anos", brincou Meirelles, em entrevista por e-mail ao G1.

 

O diretor de cinema irá desfilar no 4º carro da escola, o "Multitropicalismo, caldeirão cultural", só que em um ponto nada convencional: ele e o filho estarão sobre duas gruas suspensas no carro, gravando a movimentação nas arquibancadas e na passarela do Anhembi. Tudo será transmitido em um telão montado no mesmo carro.

 

"Eu e meu filho vamos estar no melhor ponto de vista para ver o desfile. A grua vai passar por cima do público nas arquibancadas, depois chega a 13 metros de altura e ainda pode descer até a pista na altura dos passistas. Muitos pontos de vista num mesmo desfile", disse Meirelles. Ele afirmou que o lugar onde estará foi decisivo para aceitar o convite. "Vão me colocar sentado, escondido atrás de uma câmera, onde não preciso fingir que sei sambar. E também não vou estar de sunga, mas de calça comprida, camisa e colete."

 

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O carnavalesco da Águia de Ouro, Cláudio Cebola, comemorou muito a presença do cineasta em seu desfile. "Fernando está me dando um presente enorme", afirmou. Ele contou que trechos do longa ainda inédito sobre o tema serão projetados em um telão no carro abre-alas da escola de samba.

 

"Tropicália"


O longa com coprodução de Meirelles tem direção de Marcelo Machado e deve estrear em abril. O cineasta disse que entrou no projeto pelo interesse em rever o período em que surgiu o movimento.

 

"Em 1968 tinha 12 anos, me fascinava a postura daqueles caras, suas músicas, sua 'loucura', a ideia de que tudo pode, de que guitarra combina com samba e que chiclete pode combinar com bananas. Entrei no projeto pelo interesse em rever o período e pelo fato de o Marcelo Machado ter topado dirigi-lo. Ele é muito ligado em música, pesquisador sério, sabia que faria um lindo trabalho e não me enganei."

 

Cebola disse que também estão confirmadas no desfile as presenças de Caetano Veloso, Rita Lee, Ângela Maria, Tony Tornado e Cauby Peixoto.

CAO HAMBURGER FALA SOBRE O XINGU NO ESTADÃO

O jornal Estado de São Paulo publicou no Caderno 2, na coluna de Sonia Racy, uma entrevista com Cao Hamburger, diretor de "Xingu", próximo longa da O2. Confira abaixo a matéria na íntegra:

 

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DESTINO SP, 360 E CADEIRA DO PAI

Confira matérias e notas publicadas nos jornais sobre as produções da O2.

 

NOTA SOBRE O "DESTINO SP" NA COLUNA DE RENATA RACY, NO CADERNO 2 DO JORNAL ESTADÃO EM 13 DE JANEIRO DE 2012

 

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MATÉRIA SOBRE O LONGA "CADEIRA DO PAI", EXIBIDO ONTEM (23) EM SUNDANCE, NO CADERNO ILUSTRADA DO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO, EM 23 DE JANEIRO DE 2012


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ENTREVISTA COM MARIA FLOR QUE ESTÁ NO ELENCO DE "360", NO CADERNO 2 DO JORNAL ESTADÃO EM 20 DE JANEIRO DE 2012.

 

 

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O2 FILMES NA TELA VIVA

Confira abaixo matéria de capa sobre a O2 Filmes nos jornal TELA VIVA de Dezembro de 2011.

 

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O2 E O ANO DO DRAGÃO

Prosperidade é a expectativa que o ano do Dragão, no calendário chinês, traz para todos.

 

O ano 4710, que começa hoje (23), traz baterias carregadas de energia com o potencial de grandes realizações. E exige espíritos abertos para alçarem vôos como o do dragão.

 

Reveja abaixo o texto de Fernando Meirelles, publicado na primeira edição de 2012 do jornal Meio & Mensagem. Fernando ressalta que a O2 está de portas abertas às novas demandas, projetos e desafios.

 

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20 ANOS DA O2 NA FOLHA

Confira nota publicada na coluna da Mônica Bergamo, no caderno Ilustrada do jornal Folha de São Paulo, em 20 de Dezembro de 2011.

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20 ANOS DA O2 NO ESTADÃO

Confira nota publicada na coluna da Sonia Racy, no Caderno 2 do jornal Estado de São Paulo, em 20 de Dezembro de 2011.

 

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"JOSÉ E PILAR" NO ESTADÃO

Confira nota publicada no Caderno 2 do jornal Estadão, em 12 de Dezembro de 2011, sobre o documentário "José & Pilar", co-produção da produtora portuguesa Jumpcut, da espanhola El Deseo e da O2 Filmes.

 

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"NA TOCA DOS LEÕES" NO BLOG DO ANCELMO

Confira nota publicada no Blog do Ancelmo, no site do jornal O Globo, em 04 de Dezembro de 2011, sobre o longa "Na Toca dos Leões".

 

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"CADEIRA DO PAI" NO MEIO & MENSAGEM

Confira matéria publicada no site do jornal Meio & Mensagem, em 2 de Dezembro de 2012, sobre a seleção do longa "Cadeira do Pai" no Festival de Sundance 2012.

 

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"CADEIRA DO PAI" NO OMELETE

Confira matéria publicada no site Omelete em 30 de novembro de 2011, sobre a seleção do longa "Cadeira do Pai" no Festival de Sundance 2012.

 

Festival de Sundance | Seleção é anunciada e filme com Wagner Moura vai competir

A Cadeira do Pai foi escolhido para a competição de ficção internacional

Marcelo Hessel

 

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O Festival de Sundance anunciou os filmes selecionados para a edição 2012. Como é tradição, a lista se divide entre ficção e documentário e entre produções dos EUA e estrangeiras.

O Brasil está representado por A Cadeira do Pai, do diretor estreante em longas Luciano Moura, roteirizado por Moura e Elena Soarez e estrelado por Wagner Moura, Lima Duarte e Mariana Lima. Na trama, Theo (Wagner Moura) procura por seu filho, que fugiu de casa, e acaba confrontando a sua própria condição de filho, não apenas a de pai. Duarte interpreta o pai de Theo.

Indiretamente, o país participa também como coprodutor de Violeta se Fue a Los Cielos, o novo filme de Andrés Wood (Machuca), bancado em parceria entre Chile, Argentina, Brasil e Espanha. Tanto Violeta se Fue a Los Cielos quanto A Cadeira do Pai - ou Father's Chair por lá - concorrem na seção de ficção mundial.

Outro brasileiro em Sundance é o diretor nova-iorquino Antonio Campos, que apresentará na competição de ficção/EUA o seu longa Simon Killer. Campos é filho do jornalista Lucas Mendes, apresentador do programa Manhattan Connection, e da produtora de cinema Rose Ganguzza.

O festival acontece em Park City, Utah, de 19 a 29 de janeiro. A lista completa:

Competição Ficção - EUA

  • Beasts of the Southern Wild, de Benh Zeitlin
  • The Comedy, de Rick Alverson
  • The End of Love, de Mark Webber
  • Filly Brown, de Youssef Delara e Michael D. Olmos
  • The First Time, de Jonathan Kasdan
  • For Ellen, de Kim So-yong
  • Hello I Must Be Going, de Todd Louiso
  • Keep the Lights On, de Ira Sachs
  • LUV, de Sheldon Candis
  • Middle Of Nowhere, de Ava DuVernay
  • Nobody Walks, de Ry Russo-Young
  • Safety Not Guaranteed, de Colin Trevorrow
  • Save the Date, de Michael Mohan
  • Simon Killer, de Antonio Campos
  • Smashed, de James Ponsoldt
  • The Surrogate, de Ben Lewin

Competição Documentário EUA

  • Ai Weiwei: Never Sorry, de Alison Klayman
  • The Atomic States of America, de Don Argott e Sheena M. Joyce
  • Chasing Ice, de Jeff Orlowski
  • Detropia, de Heidi Ewing e Rachel Grady
  • Escape Fire: The Fight to Rescue American Healthcare, de Matthew Heineman e Susan Froemke
  • Finding North, de Lori Silverbush e Kristi Jacobson
  • The House I Live In, de Eugene Jarecki
  • How to Survive a Plague, de David France
  • The Invisible War, de Kirby Dick
  • Marina Abramovic The Artist is Present, de Matthew Akers
  • Me at the Zoo, de Chris Moukarbel e Valerie Veatch
  • The Other Dream Team, de Marius Markevicius
  • The Queen of Versailles, de Lauren Greenfield
  • Slavery By Another Name, de Sam Pollard
  • Love Free or Die: How the Bishop of New Hampshire is Changing the World, de Macky Alston
  • We're Not Broke, de Karin Hayes e Victoria Bruce

Competição Ficção - Mundial

  • 4 Suns (República Tcheca), de Bohdan Sláma
  • About the Pink Sky (Japão), de Keiichi Kobayashi
  • Can (Turquia), de Rasit Celikezer
  • A Cadeira do Pai (Brasil), de Luciano Moura
  • L (Grécia), de Babis Makridis
  • El Ultimo Elvis (Argentina), de Armando Bo
  • Madrid, 1987 (Espanha), de David Trueba
  • My Brother the Devil (Reino Unido), de Sally El Hosaini
  • Teddy Bear (Dinamarca), de Mads Matthiesen
  • Valley of Saints (Índia), de Musa Syeed
  • Violeta se Fue a Los Cielos (Chile, Argentina, Brasil, Espanha), de Andrés Wood
  • Wish You Were Here (Austrália), de Kieran Darcy-Smith
  • Wrong (França), de Quentin Dupieux
  • Young & Wild (Chile), de Marialy Rivas

Competição Documentário - Mundial

  • ½ Revolution (Dinamarca), de Omar Shargawi e Karim El Hakim
  • 5 Broken Cameras (Palestina, Israel, França), de Emad Burnat e Guy Davidi
  • The Ambassador (Dinamarca), de Mads Brügger
  • Big Boys Gone Bananas! (Suécia), de Fredrik Gertten
  • China Heavyweight (Canadá, China), de Yung Chang
  • Gypsy Davy (Israel, EUA, Espanha), de Rachel Leah Jones
  • The Imposter (Reino Unido), de Bart Layton
  • Indie Game: The Movie (Canadá), de Lisanne Pajot e James Swirsky
  • The Law in These Parts (Israel), de Ra'anan Alexandrowicz
  • Payback (Canadá), de Jennifer Baichwal
  • Putin's Kiss (Dinamarca), de Lise Birk Pedersen
  • Searching for Sugar Man (Dinamarca, Reino Unido), de Malik Bendjelloul
"CADEIRA DO PAI" NA FOLHA DE SÃO PAULO

Confira matéria publicada na sessão Ilustrada do jornal Folha de São Paulo em 30 de Novembro de 2011.

 

Brasileiro é indicado em mostra competitiva do Festival de Sundance


O filme brasileiro "A Cadeira do Pai", dirigido pelo estreante no cinema Luciano Moura, foi indicado à mostra competitiva do Festival de Sundance.

 

O longa traz Wagner Moura, Lima Duarte e Mariana Lima no elenco.

 

Os competidores foram anunciados nesta quarta-feira. Eles são divididos em produções norte-americanas e estrangeiras e ficção e documentário.

 

O filme "Violeta se Fue a Los Cielos", uma coprodução Chile, Argentina, Brasil eEspanha, também foi indicado.

 

Eles competem com produções do Japão ("About the Pink Sky"), Argentina ("El Ultimo Elvis"), Reino Unido ("My Brother the Devil"), França ("Wrong"), entre outros.

 

Dirigido pelo ator Robert Redford, o Festival de Sundance é o mais importante evento do cinema independente dos Estados Unidos. Ele acontece em Utah (EUA) entre dos dias 19 e 29 de janeiro.


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Confira, também, nota publicada no impresso da Folha de São Paulo.


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"DESTINO SP" NO PORTAL R7

Confira matéria publicada no Blog Daniel Castro, do Portal R7, em 30 de Novembro de 2011, sobre a nova série da HBO, produzida pela O2, "Destino SP".

 

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