CAIXA VEICULA PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA PELO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA

Comercial de 1 minuto criado pela Fischer, com produção da 02 Filmes e direção de Heitor Dhalia, conta a história real da família de um funcionário do banco

 

São Paulo, junho de 2008 - Começa a ser veiculada esta semana produção cinematográfica da Caixa Econômica Federal em homenagem aos 100 anos da imigração japonesa no Brasil. Criado pela agência Fischer América, com produção da O2 Filmes e direção do cineasta Heitor Dhalia (de "O Cheiro do Ralo"), o comercial, de 1 minuto, é uma megaprodução que conta a história real da família do gerente de uma agência do banco, Bruno Mizusaki, descendente de imigrantes japoneses.

 

Para reconstituir a saga dos Mizusaki, da colheita nas fazendas de café dos anos 1910 até os dias de hoje, a produção mobilizou uma equipe de 100 pessoas, incluindo consultores de época, com primorosa direção de arte que marcou cada uma das 4 fases da história com uma tonalidade de cor própria.

 

A história dos Mizusaki foi escolhida após minuciosa pesquisa da Caixa e da Fischer junto aos funcionários nikkeis do banco, que este ano patrocinará mais de 10 eventos relacionados ao centenário da imigração. 

 

Com filmagens em uma fazenda em Campinas, nas ruas do bairro da Liberdade e no Jardim Japonês do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o filme - que tem locução da atriz Zezé Motta - começa mostrando uma fotografia do começo do século do imigrante Ritiro Mizusaki e de sua mulher, que saíram do Japão em direção ao Brasil para recomeçar a vida nas lavouras de café.

 

Em seguida são mostradas cenas de japoneses representando seus descendentes em plantações de algodão. A história continua com o neto mais velho de Ritiro na cidade grande, onde conhece e se casa com a jovem professora Eliza. Em São Paulo, o casal "deu mil aulas, teve três filhos que estudaram mil livros e sorriu mil vezes" quando um deles, Bruno Mizusaki, começou a trabalhar na Caixa. Corta para cenas reais de Bruno em uma agência do banco. Diz a locução: "Às vezes Bruno pensa no bisavô Ritiro, que deve estar orgulhoso, entre mil nuvens. Tão brasileiros que esses 100 anos parecem mil". Encerra com a assinatura: "Eles acreditaram no Brasil. E a Caixa acreditou neles, desde o começo".

 

A criação é de Pedro Pletitisch e Marcelo Romko, com direção de criação de Flávio Casarotti e Pedro Cappeletti. A produtora é a O2 Filmes e a direção de cena, de Heitor Dhalia. A direção de fotografia é deTed Abel.

 


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